Poluentes radioativos

Há muitos anos começaram as experiências com material nuclear, e isso tem feito com que muitos resíduos fiquem na atmosfera. No entanto, esse material acaba se espalhando pela Terra devido às forças das correntes de ar e, posteriormente, como consequência, isso acaba chegando ao solo e aos oceanos, sendo incorporada e absorvida inclusive pelos seres vivos que aqui habitam. Mas essa não é a única forma de liberação desse material no meio ambiente: existem ainda as usinas nucleares que produz lixo atômico e não tem onde descarta-lo. Esse problema atual tem trazido muitas consequências para o meio ambiente.

Outras formas de emissão

Além das formas citadas acima, há ainda outros meios de emissão. Existem agentes bacteriológicos que atuam na produção desse material quando os adubos são mal acondicionados, ou ainda quando suas embalagens não são tratadas da forma correta. Além disso, os esgotos, quando não tratados, causam bactérias e vírus. Existe ainda a liberação de agentes químicos como os detergentes não biodegradáveis, por exemplo, que contaminam o solo, assim como inseticidas caseiros e muitos outros produtos.

Emissão natural

A emissão natural pode acontecer por meio de agentes físicos, no caso de erosão do solo e perturbações do meio ambiente.  Estas podem passar a liberar gases e produtos químicos com um nível elevado de radiação.

Consequências

Essa poluição é a mais perigosa de todas, pois produz uma contaminação radioativa, ou seja, um efeito químico proveniente de ondas de energia. Essa já está presente no ambiente de formas naturais, em níveis aceitáveis e, passado este nível, sua presença pode ocasionar em muitas doenças à quaisquer organismos vivos com os quais entre em contato.

Entre as doenças, podemos citar leucemia, câncer, perda de cabelo e muitas outras. Além disso, vem o agravante: até então, não existe nenhuma forma de livrar-se dessa contaminação radioativa.

Poluentes radioativos

Poluentes radioativos

Existem no mundo muitos poluentes radioativos, mas entre os mais perigosos, encontramos o estrôncio 90. Este possui uma meia vida relativamente alta, ou seja, o intervalo de tempo em que perde a capacidade de emitir radioatividade é relativamente grande, e, além disso, é metabolizado pelo organismo animal de forma muito semelhante ao cálcio.

A ingestão de leite e ovos contaminados faz com que o estrôncio 90 chegue ao corpo, alojando-se nos ossos. Isso fará com que a atividade da medula óssea seja alterada quanto à produção das células sanguíneas, trazendo sérios riscos de o indivíduo passar por uma anemia muito forte, ou até mesmo de adquirir leucemia.

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